
Will Solace
Apollo son
Will morava somente com sua mãe desde que nasceu, como sua vó tinha expulsado a mesma de casa assim que soube da gravidez, naquela época gravidez sem casamento era uma vergonha ora toda família ainda mais quando não se sabia quem era o pai. Desde pequeno ele via sua mãe cuidando de suas doenças e seus machucados e assim se apaixonou por medicina, trabalhando desde cedo pra ajudar em casa já que passavam dificuldade.
Até que quando ele tinha 16 anos sua mãe teve câncer de útero, sem dinheiro pro tratamento particular se apoiaram no público que não era tão eficaz quanto, sempre que via sua mãe com dor o pequeno Will usava seus poderes mesmo que aquilo o enfraquece-se. Até o dia que seus poderes não foram o suficientes, ele viu sua mãe falecer na sua frente sem poder fazer nada, implorando que seu pai o Deus da cura o ajudasse...mas ele não veio, ele se sentiu inútil não conseguiu ajudar a pessoa que mais amava como ajudaria alguém sendo médico um dia, pra que serviam aqueles poderes afinal?
E então la estava William Solace, sozinho sem ter dinheiro pra pagar o aluguel morando na rua e sobrevivendo com o dinheiro da venda dos móveis, ele morava em uma casa velha que tinha sido abandonada, dormia em um colchão de sua antiga casa uma das poucas coisas que ainda não tinha vendido.
Até que um dia quando já estava a 2 dias a base de água e pão um Homem o fez uma proposta....a pior proposta que poderia ser feita pra ele de apenas 17 anos, dinheiro pra comprar comida ou...uma noite com ele, Will relutou contra aquilo mas no estado que se encontrava ele já não se importava não o sobrará mas nada pra perder. E por um tempo ele foi sobrevivendo assim, o mais novo sentia nojo de si mesmo mas ao menos conseguia comprar algo pra se alimentar, o sonho de virar médico passou a ser um mero capricho.
Até o dia que um sátiro o achou de primeira o loiro achou que estava alucinado, que tinham colocado algo em sua bebida (o que já tinha acontecido antes) mas aí o sátiro falou de seu pai, quando ouviu o nome dele não sabia se sentia alívio por ele ter se lembrado de sua existência ou ódio por ter o deixado esse tempo todo na rua, mas seguiu o sátiro até o acampamento.
Ficou assustado nos primeiros dias as pessoas eram simpáticas demais, o tratavam bem...não estava acostumado com isso, até que ele co seguiu se adaptar aos poucos mas as lembranças ainda voltavam pra o perturbar, nos sonhos principalmente.